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Fiocruz, Vacina de Oxford-Astrazeneca e o SUS

  • Foto do escritor: Observium UFRJ
    Observium UFRJ
  • 5 de jan. de 2021
  • 2 min de leitura

No final de dezembro de 2020 a vacina de Oxford-AstraZeneca, foi aprovada pela agência reguladora do Reino Unido após a avaliação dos seus dados de segurança, qualidade e eficácia. Essa é uma excelente notícia para a população brasileira, uma vez que essa é a principal aposta do programa de vacinação do governo federal brasileiro e existe um acordo desde a metade de 2020 para compra de lotes e transferência de tecnologia para produção nacional da vacina.


A aprovação no Reino Unido não autoriza o uso da vacina no Brasil, uma vez que é necessária a autorização da agência regulatória local, a Anvisa. Apesar disso, essa aprovação pode ajudar a acelerar o processo no Brasil que tem a submissão final prevista para até 15 de janeiro.


Segundo a Agência Fiocruz de Notícias “A proposta da Fiocruz é entregar 100,4 milhões de doses da vacina até o final do primeiro semestre de 2021. No segundo semestre do ano, a produção passará a ser 100% nacional na Fundação e mais 110 milhões de doses serão entregues ao Ministério da Saúde, totalizando cerca de 210 milhões de doses durante todo o ano. “


Toda a produção da Fiocruz será disponibilizada para o Sistema Único de Saúde (SUS), que promoverá a aplicação na população através do já existente programa nacional de imunizações (PNI). Uma das vantagens do imunizante da Oxford-AstraZeneca, é que ele poderá ser conservado através da estrutura já existente no PNI, já que a vacina é estável na temperatura de 2ºC a 8ºC (geladeira comum).


De acordo com o plano de vacinação contra a Covid-19 divulgado pelo Ministério da Saúde, a vacinação será dividida em fases, com datas ainda não divulgadas. As fases divulgadas até o momento são:


- Primeira fase: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena;


- Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos;


- Terceira fase: pessoas com comorbidades (como portadores de doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras).




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