Brasil
- 28 de abr. de 2021
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Atualizado: 13 de ago.
Vacina da Dengue Butantan-DV: Descontinuação da Estratégia de Imunização
Após o surgimento de cerca de 42 casos raros (3 graves e 2 óbitos) potencialmente associados à vacina da dengue do instituto butantan, o ministério da saúde, em consenso com a Anvisa, iniciou temporariamente uma ação de descontinuação da estratégia de vacinação da butantan-DV. Isso porque o imunizante passará a ser submetido a uma análise de eventos incompatíveis com o estudo clínico posterior à aprovação da vacina. Os casos se traduzem em 0,008% de 500 mil doses aplicadas entre janeiro e maio de 2026.
Segundo o ministro da saúde, a principal finalidade da ação é reforçar a prevenção de todos os cidadãos alinhados ao respeito à ciência e em prol da vida. Diante disso, os três órgãos envolvidos ganham espaço para que a investigação dos casos, principalmente os óbitos, sejam aprofundadas, visto que, por hora, não é possível estabelecer relação de causalidade com a vacina. Ou seja, ainda NÃO há resultado conclusivo sobre a correlação entres os ocorridos recentes e a butantan-DV.
Os sinais possivelmente associados como efeitos adversos foram identificados através do procedimento padrão de monitoramento pela farmacovigilância no SUS, que a partir do momento atual será reforçada, sendo atribuídos como alertas: dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, desidratação, sonolência e piora do estado geral.
Entretanto, é válido destacar que as evidências de proteção e eficácia da não são diminuídas e nem modificadas; todos os pacientes imunizados permanecem protegidos quanto ao vírus da dengue. Além disso, o ministério da saúde orienta que, para aqueles vacinados, observem suas respectivas condições de saúde 21 dias após a imunização. Em caso de sintomas, o atendimento médico deve ser imediato e indispensável.
A Anvisa reforça que agonistas de GLP-1 devem ser utilizados exclusivamente conforme indicação aprovada e sob prescrição e acompanhamento profissional. Desde 2025, a dispensação ocorre com retenção de receita. O uso indiscriminado, especialmente para emagrecimento sem indicação clínica, aumenta o risco de eventos adversos graves.
Profissionais de saúde que acompanham pacientes em uso desses medicamentos devem:
• investigar sintomas visuais súbitos e sinais de pancreatite;
• interromper o tratamento diante de suspeita clínica relevante;
• não reiniciar o tratamento se o diagnóstico de pancreatite for confirmado;
• reforçar educação do paciente e notificação de eventos adversos.
Recomendações aos pacientes:
• não usar agonistas de GLP-1 sem prescrição e acompanhamento médico;
• não adquirir medicamentos por fontes não confiáveis (internet, comércio informal).
A notificação de suspeitas de reações adversas permanece essencial para o monitoramento contínuo da segurança desses medicamentos.
Fonte:https://bit.ly/3MASSeP




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