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Ibuprofeno e anti-hipertensivos podem agravar a infecção?

  • Foto do escritor: Observium UFRJ
    Observium UFRJ
  • 18 de mar. de 2020
  • 2 min de leitura

Ibuprofeno

Diversas informações circulam no momento e afirmam que o uso de medicamentos anti-inflamatórios, como o ibuprofeno, causariam riscos à saúde das pessoas com coronavírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) emitiram uma nota informando que até o momento não há evidências que definem que o uso do ibuprofeno possa agravar o quadro em pacientes com COVID-19. Desta forma, pacientes em uso crônico do medicamento não devem interromper o tratamento, exceto se houver a recomendação de um médico.

Segundo a OMS, em casos suspeitos da doença, não deve ser feito o uso do ibuprofeno sem consultar um médico, uma vez que o uso de anti-inflamatórios em doenças infecciosas tendem a diminuir a resposta do sistema imunológico do corpo. A opção mais recomendada para o tratamento da dor ou febre seria o paracetamol.

A AEMPS informou que a possível relação entre o agravamento de casos de infecções por coronavírus com o uso de ibuprofeno e cetoprofeno está sendo avaliada em toda a União Europeia pelo Comitê de Avaliação de Risco de Farmacovigilância. Com as informações disponíveis até o momento não é possível determinar se a associação realmente existe.

As bulas de medicamentos que contem ibuprofeno alertam sobre a possibilidade do medicamento mascarar os sintomas de infecções, o que pode atrasar o diagnóstico e fazer com que sejam identificadas em estágios mais avançados. Essa informação se refere a infecções em geral, e não especificamente ao COVID-19.

Fonte: https://bit.ly/2x1GWM1 https://bit.ly/3b6UEMl https://glo.bo/2UkNdup

Anti-hipertensivos

Recentemente, algumas publicações da China sugeriram que o tratamento com anti-hipertensivos da classe dos Inibidores da enzima conversora da angiotensina(IECA), como captopril e enalapril, e Antagonistas do receptor da angiotensina II (ARAII), como losartana, poderiam ser um fator de risco para aumentar a gravidade e mortalidade em pacientes hospitalizados infectados com COVID-19.

A AEMPS alerta que, no momento, não há evidências clínicas para fazer recomendações ou alterar o tratamento de pacientes que fazem uso regular dessas classes de medicamentos. Em relação a pacientes em estado grave infectados com COVID-19 e em tratamento com IECA, ARAII ou outros anti-hipertensivos, o médico deve fazer uma avaliação do tratamento tendo em vista a situação hemodinâmica do paciente.

Fonte: https://bit.ly/2x7NhFA

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