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Artigo: Essencialidade e racionalidade da relação nacional de medicamentos essenciais do Brasil

  • Foto do escritor: Observium UFRJ
    Observium UFRJ
  • 22 de mar. de 2017
  • 1 min de leitura

Autores: Autores: Yamuti SM, Bonfim JRA, Barberato-Filho S, Lopes LC.

Fonte: Ciênc. saúde coletiva vol.22 no.3 Rio de Janeiro mar. 2017

Resumo:

Introdução:A adoção de listas de medicamentos essenciais, compostas por produtos selecionados, é uma das estratégias para seu uso racional.

Objetivos: Neste estudo, objetivou-se analisar o elenco de fármacos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) do ano de 2013 quanto aos critérios de essencialidade e de racionalidade.

Métodos: O conjunto de fármacos da Rename foi comparado à 18ª lista modelo de medicamentos essenciais (EML) da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a verificação de sua essencialidade. Os fármacos presentes na Rename, mas inexistentes na EML, foram avaliados quanto à racionalidade utilizando-se a classificação descrita em La revue Prescrire para detectar aqueles sem valor terapêutico agregado.

Resultados: Detectou-se que a Rename possui 413 fármacos, dos quais 190 não constam na EML e 63 não apresentam valor terapêutico agregado. Além disso, foram identificadas discrepâncias entre as recomendações da OMS e a seleção de fármacos da Rename.

Conclusão: Fármacos não essenciais e sem valor terapêutico agregado não deveriam constar em uma lista de medicamentos financiada pelos três entes federativos.

Palavras-Chave: Políticas de saúde; Medicamentos essenciais; Organização Mundial da Saúde; Brasil; Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.

Para saber mais, clique na imagem e acesse o artigo:

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